segunda-feira, 17 de outubro de 2011

História - Guerras Napoleônicas

Guerras Napoleónicas ou Guerras Napoleônicas é a designação do conflito armado que se estendeu de 1799 a 1815, opondo a quase totalidade das nações da Europa a Napoleão Bonaparte, herdeiro da Revolução Francesa e ditador militar.
Napoleão chegou ao poder como 1°Cônsul (1799) vindo a ser coroado imperador da França, em 1804, sob o título de Napoleão I. A partir de 1807 conduziu o governo sem atender aos Corpos Legislativos e com características autoritárias, imperiais e expansionistas. As guerras, a princípio localizadas como conflitos entre soberanos, tornaram-se guerras nacionais a partir da resistência popular de Espanha e Portugal (Guerra Peninsular) aos invasores napoleónicos. Com o apoio da Grã-Bretanha, as nações europeias, derrotadas em sucessivas coligações, acabaram por se impor a Napoleão na Batalha de Waterloo (1815).
Napoleão organizou uma enorme frota para atacar a Inglaterra, mas em Outubro de 1805 uma esquadra britânica comandada por Horácio Nelson destruiu uma força combinada franco-espanhola em Trafalgar, acabando com a ameaça francesa. Napoleão lançou os seus exércitos num ataque à Áustria, derrotando-a na Batalha de Austerlitz em Dezembro de 1805. No ano seguinte invadiu a Prússia e derrotou-a nas batalhas de Jena e Auerstadt. Em 1807 foi a vez dos Russos na batalha de Friedlândia. Em 1809, a Áustria voltou à luta, mas foi novamente derrotada e obrigada a fazer a paz.  Na península Ibérica, em 1807, Napoleão atacou Portugal e, em 1808, a Espanha, nomeando o seu irmão José Bonaparte como rei de Espanha. Os povos ibéricos revoltaram-se e as tropas britânicas desembarcaram em Portugal. Napoleão forçou-as a uma retirada para a Corunha, no norte de Espanha. Arthur Wellesley, mais tarde duque de Wellington, tomou então o comando aliado na Guerra Peninsular. As Guerras Napoleónicas repercutiram no Brasil a partir da invasão da península Ibérica em 1807.
Com a chegada da Família Real portuguesa ao Brasil (1808), e a transferência da Administração para o Rio de Janeiro, o Príncipe Regente emite o Decreto de Abertura dos Portos às Nações Amigas, assinando-se em seguida os tratados de 1810: o Tratado de Aliança e Amizade e o Tratado de Comércio e Navegação, com a Inglaterra, consolidando a ascendência daquela potência sobre Portugal e seus domínios ultramarinos. Em represália à ocupação do território de Portugal continental, as forças portuguesas invadem e ocupam a Guiana Francesa (1809-1817), e incorporam a Banda Oriental (atual Uruguai) no rio da Prata. Em 1815, o Brasil foi elevado à condição de "Reino Unido a Portugal e Algarves", na entidade chamada Reino Unido de Portugal, Brasil e Algarves. Em março de 1815, Napoleão escapa da ilha de Elba e regressa à França. O rei francês, Luís XVIII, fugiu e Napoleão viu-se de novo no poder. Reuniu-se apressadamente um exército aliado, sob o comando de Wellington e do marechal prussiano Gebhard Leberecht von Blücher, que derrotou Napoleão na Bélgica, em Waterloo, em junho. Napoleão foi novamente exilado, agora para a ilha de Santa Helena, no Atlântico Sul, onde morreu em 1821.

terça-feira, 13 de setembro de 2011

segunda-feira, 4 de julho de 2011

Propaganda - filosofia

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Tendências Humanista e Naturalista

O Humanismo: suas tendências e difusão 
A criação cultural do Renascimento reflecte o novo espírito individualista e 
antropocêntrico: tem o Homem no cerne das suas preocupações – Humanismo. 
Os humanistas eram, na sua maioria, eclesiásticos e professores universitários 
que se consideravam em ruptura com a idade média, cujos valores e produção cultural 
repudiavam com veemência. Iam “beber” à Antiguidade clássica, descobrindo nos 
textos gregos e romanos as verdadeiras sabedoria e beleza. 
A erudição humanista distinguiu-se na procura entusiasta de manuscritos 
clássicos, na aprendizagem do grego e do hebreu e no aperfeiçoamento da língua latina. 
Os humanistas percorreram bibliotecas e mosteiros, onde recuperaram textos poéticos, 
históricos, filosóficos, científicos e técnicos de grande valor. 
Procuravam absorver integralmente o espírito e os valores da Antiguidade: 
cultivaram esmeradamente o latim (grosseiramente utilizado pelos “bárbaros” 
medievais); leram Aristóteles no original, pois os escolásticos tinham-no falsificado; 
leram S. Paulo para que a Igreja recuperasse a sua pureza original e a sua missão 
espiritual. 
Os humanistas praticaram tarefas como ler, traduzir, comentar e divulgar os 
textos clássicos e as Sagradas Escrituras. 
Apoiados pela criação de bibliotecas e pela descoberta da imprensa, os 
humanistas procediam ao restauro, à cópia e à publicação dos manuscritos 
redescobertos, transformando-os em fundamento de um novo saber e de um novo 
ensino. A cultura deixa, assim, de estar confinada á clausura dos mosteiros para se 
colocar ao serviço da colectividade. 
A parte da Europa que sofreu o influxo humanista esforçou-se em criar obras, 
cujas temáticas e características assentavam na imitação cós clássicos: estilos e géneros 
literários. 
“Os Lusíadas”, de Luís de Camões, cantam a glória dos feitos heróicos 
portugueses e representam a síntese dos principais intelectuais do Renascimento, já que 
articulavam o respeito pelos modelos e pela herança dos clássicos (patente no estilo 
literário, no reportório mitológico) com a proclamação da excelência do saber dos 
modernos, um “saber de experiência feito”. Seguir os clássicos era não só copiá-los de 
uma ponto de vista formal, mas, sobretudo, absorver o seu espírito criativo, crítico e 
intervencionista.

Naturalista
O naturalismo é uma posição filosófica que sustenta que tudo o que existe é natural - em outras palavras, é parte do espaço - temporal processos da natureza - ou que, se qualquer tipo de objeto não-natural podem existir, ele só é conhecido através de seus efeitos na natureza . Tudo o que pode ser experimentado está dentro do espaço - temporal ordem da natureza.
Como um sistema de processos naturais, a natureza possui um grau de regularidade que a torna inteligível, mas não pode ser explicado como um todo. Também não se pode expressar a moral como um valor inteiro. Os valores morais, no entanto, podem surgir na relação entre os seres humanos como uma parte da natureza e do resto da natureza. Como parte da natureza, os seres humanos estão sujeitos a legalidade dos processos naturais, a inteligência emerge da vida activa dos organismos na natureza. Diferentes pontos de vista são realizadas dentro do naturalismo, quanto ao caráter geral da natureza. naturalismo reducionista, que predominou durante a, 18, 17 e 19 séculos, que detém todos os objetos naturais são redutíveis a objetos, caracterizada pela ciência física.A Natureza é um determinado sistema e os seres humanos, como parte da natureza, são determinados. Os valores não são reais.
naturalismo contemporâneo, no entanto, sustenta que todos os objetos de experiência e qualidades são igualmente reais na natureza.As categorias da ciência não esgotam a realidade da natureza. Riqueza, diversidade, espontaneidade, valor e dimensões existentes na natureza, que escapam às categorias do cientista físico, mas que são imediatamente sentidas na interação humana com a natureza. Como parte da natureza, os seres humanos manifesto da espontaneidade e da liberdade. O método científico, como o método natural de inquérito, é uma maneira de lidar com qualquer conteúdo que se revela na natureza.

sexta-feira, 1 de julho de 2011

Positivismo


O positivismo foi uma corrente filosófica cujo mentor e iniciador principal foi Auguste_Comte, no século XIX. Apareceu como reação ao idealismo, opondo ao primado da razão, o primado da experiência sensível (e dos dados positivos). Propõe a idéia de uma ciência sem teologia ou metafísica, baseada apenas no mundo físico/material.
Uma forma mais recente do positivismo foi aquela proposta pelo Círculo de Viena.
O antropólogo estrutural Edmund Leach descreveu o positivismo em 1966 na aula Henry Myers da seguinte forma:
"Positivismo é visão de que o inquérito científico sério não deveria procurar causas últimas que derivem de alguma fonte externa mas sim confinar-se ao estudo de relações existentes entre fatos que são diretamente acessíveis pela observação."
A Filosofia Positiva de Auguste Comte nega que a explicação dos fenômenos naturais, assim como sociais, provenha de um só princípio. A visão positiva dos fatos abandona a consideração das causas dos fenômenos (Deus ou natureza) e torna-se pesquisa de suas leis, vistas como relações constantes entre fenômenos observáveis.
Em 1824, Comte casou-se com Caroline Massin. Dois anos depois, iniciou o "Curso de Filosofia Positiva", publicado só em 1830. O curso, porém, foi interrompido em sua terceira aula devido a uma crise de depressão melancólica sofrida por Comte.
A partir daí, Comte passa por uma difícil fase de sua vida: tenta o suicídio, separa-se de Caroline Massin, sofre várias tentativas nulas de obter a cátedra, perde seu posto de examinador de admissão na Escola Politécnica e começa a ser sustentado por amigos.
Em 1844, Comte conhece Clotilde de Vaux, esposa de um presidiário, e apaixona-se perdidamente por ela. Promete transformá-la em nova Beatriz, a musa de Dante. Um ano depois, Clotilde de Vaux morre, eComte torna-se inspirador de uma nova religião, publicando entre 1851 e 1854 a "Política Positiva ou Tratado de Sociologia Instituindo a Religião da Humanidade". Em 1852, publica "O Catecismo Positivista ou Exposição Sumária da Religião Universal".
Comte morre logo depois, em 1857, após viver seus últimos anos em grande solidão.

sábado, 21 de maio de 2011

Luan Rodrigues eu te amo mt s2s2




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